carregando cotações…

Scarlet


Inspirali fecha contrato de 20 anos com o Einstein para Medicina

Acordo de consultoria prevê remuneração fixa de R$ 150 milhões e comissão de 6% sobre a receita líquida dos novos alunos de Medicina

A Inspirali fechou um contrato de longo prazo com o Hospital Albert Einstein para consultoria em seus cursos de graduação em Medicina. O acordo tem vigência de 20 anos, com renovação automática por mais 20, segundo fato relevante divulgado nesta segunda-feira (19).

Como funciona a remuneração

A remuneração fixa soma R$ 150 milhões: R$ 75 milhões na assinatura e R$ 75 milhões após um ano, com correção pelo IPCA. A Inspirali também vai pagar ao Einstein uma comissão de 6,0% sobre a receita líquida dos novos alunos que ingressarem nos cursos de Medicina a partir da assinatura.

Entre 2027 e 2036, pode haver ainda uma remuneração adicional, condicionada a premissas futuras e incertas. Ela só é devida quando a comissão fica abaixo de um valor de referência fixado para cada ano.

O que muda nos cursos

Pelo acordo, os cursos de Medicina das instituições da Inspirali passam a contar, com exclusividade, com assessoria técnica, científica e pedagógica do Einstein. O contrato também autoriza o uso da marca Einstein nesses cursos enquanto estiver em vigor.

O papel do Einstein é consultivo, sem poder de decisão sobre matérias acadêmicas ou institucionais. Segundo a companhia, as instituições da Inspirali continuam como únicas responsáveis pela oferta dos cursos e pela emissão de diplomas.

A Inspirali afirma que a iniciativa busca capacitar seus educadores e melhorar a avaliação acadêmica dos alunos. Ainda segundo a companhia, ela tem 1.892 vagas anuais autorizadas de graduação em Medicina e cerca de 12,6 mil alunos.

Em reportagem de 14 de agosto de 2026, o Brazil Journal informou que a Inspirali havia aumentado sua base em 11%.

Leia a íntegra do fato relevante no sistema de documentos da CVM.

fontes e documentos citados

Este texto foi gerado por inteligência artificial (Scarlet). Revisado por Guilherme Castro Borges em .