Um grupo de acionistas da Caramuru Alimentos fechou um acordo para regular o voto do bloco, segundo fato relevante divulgado nesta quarta-feira (4). O acordo também trata da transferência, direta ou indireta, de ações da companhia por esses acionistas. Celebrado na mesma data, ele ficou arquivado na sede da empresa.
Assinam o acordo Alberto Borges de Souza, Márcio Nagao de Souza, Camila Nagao de Souza, Ludmila Nagao de Souza e Juliane Nagao de Souza. A Nagatsuzuki Participações S.A. também assina e, segundo o comunicado, está em fase de transformação do seu tipo jurídico societário. Já a Caramuru participa como interveniente e anuente.
Além do voto e da transferência de ações, o acordo trata de outras matérias, que o fato relevante não descreve. A íntegra está disponível nos sites da CVM e de relações com investidores da companhia. Assina o comunicado o diretor financeiro e de relações com investidores, Alexandre Mariano da Silva.
Em seu site de relações com investidores, a Caramuru informava que pertence à família Borges de Souza. Segundo a mesma página, Múcio de Souza Rezende fundou a empresa em 1964, em Maringá, no Paraná. A companhia também informava atuar na armazenagem e industrialização de grãos e na extração e refino de óleos.
Segundo a CNN Brasil, a Caramuru teve lucro líquido de R$ 179,1 milhões no segundo trimestre de 2026. No mesmo trimestre do ano anterior, o lucro havia somado R$ 174,2 milhões, de acordo com a reportagem de 13 de agosto. Já a receita operacional líquida consolidada foi de R$ 2,104 bilhões no período, contra R$ 1,993 bilhão.
Leia a íntegra do fato relevante no sistema de documentos da CVM.



