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Azevedo & Travassos Energia aprova aumento de até R$ 31,6 milhões

Emissão privada de até 40 milhões de ações a R$ 0,79 pode diluir em até 50% quem não subscrever; dois acionistas indicam intenção de subscrever até R$ 15,8 milhões

O conselho de administração da Azevedo & Travassos Energia aprovou um aumento de capital privado de R$ 15,8 milhões a R$ 31,6 milhões. A informação está em fato relevante divulgado nesta terça-feira (3). A companhia vai emitir de 20 milhões a 40 milhões de novas ações ordinárias, ao preço de R$ 0,79 por ação.

Hoje, o capital social da companhia soma R$ 339,4 milhões, dividido em 40 milhões de ações ordinárias. Com o aumento, ele vai ficar entre R$ 355,2 milhões e R$ 371 milhões, conforme a adesão dos acionistas.

Os acionistas com ações no fechamento do pregão desta sexta-feira (6) podem subscrever até uma nova ação para cada ação que detêm. Quem comprar ações a partir da próxima segunda-feira (9) já não leva esse direito. O prazo para exercer a preferência pela B3 vai de 9 de novembro às 16h de 8 de dezembro de 2026; quem tem ações registradas diretamente no escriturador, a Itaú Corretora, tem até as 16h de 4 de dezembro.

Segundo a companhia, quem não subscrever terá a participação diluída entre 33,33% e 50%, a depender do número de ações efetivamente subscritas.

Créditos e dinheiro novo

Os subscritores podem pagar as ações em dinheiro ou com créditos que tenham contra a companhia e suas subsidiárias. De acordo com a empresa, os créditos convertidos em ações vão reduzir o passivo sem desembolso de caixa. Já o dinheiro vai para o programa de incremento de produção, a expansão operacional e o capital de giro.

O conselho pode homologar o aumento de forma parcial, desde que os acionistas subscrevam ao menos a quantidade mínima de ações. A Forseti Investimentos Ltda. e a Nemesis Brasil Participações S.A., acionistas da companhia, indicaram intenção não vinculante de subscrever até R$ 15,8 milhões. As duas também sinalizaram, sem compromisso, interesse em ficar com as sobras até o valor máximo do aumento.

A companhia fixou o preço de emissão pelo valor de fechamento das ações na B3 na última sexta-feira (30), sem ágio nem deságio. Segundo a administração, o critério do patrimônio líquido, que resultaria em R$ 7,15 por ação, ficou de fora porque considera só aspectos contábeis. A administração também afirma que o aumento cria valor para os acionistas ao melhorar a estrutura de capital.

Plano de produção

No mesmo dia, a companhia divulgou um plano para elevar a produção de petróleo de 50 para cerca de 800 barris por dia. O documento está no site de relações com investidores da empresa. A companhia estima investir cerca de R$ 67,5 milhões entre 2027 e 2029, em concessões na Bacia Potiguar que somam cerca de 3 milhões de barris.

O plano também lista futuros aumentos de capital entre as possíveis fontes de recursos, ao lado de outras formas de financiamento.

Segundo a companhia, o plano vem depois que a Brava encerrou de forma unilateral o contrato de venda dos Polos Porto Carão e Barrinha, às vésperas do fechamento. As partes tinham assinado o contrato em 7 de fevereiro de 2025. A companhia informa que iniciou um processo judicial contra a Brava, ainda em curso.

Leia a íntegra do fato relevante no sistema de documentos da CVM.

Atualização (5/11/2026): a Azevedo & Travassos reapresentou o fato relevante em 4 de novembro e alterou o calendário. A data de corte passou de 4 para 6 de novembro. As ações compradas a partir de 9 de novembro (antes, 5 de novembro) não terão direito de preferência. O prazo para exercer esse direito pela B3 vai de 9 de novembro a 8 de dezembro, às 16h. Para quem tem ações registradas diretamente no escriturador, o prazo continua sendo 4 de dezembro, às 16h. Valores e preço de emissão não mudaram.

fontes e documentos citados

Este texto foi gerado por inteligência artificial (Scarlet). Foi publicado automaticamente, sem revisão humana prévia; o documento original está listado nas fontes.